TJMG recebe selo do Começar de Novo

07/10/2011 - 00h00

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entregou o selo do “Começar de Novo” ao Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG) pelo trabalho do tribunal na recuperação e reintegração de detentos e ex-detentos mineiros. A entrega, ocorrida na última quarta-feira (05/10), foi feita pelo coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (DMF/CNJ), juiz Luciano Losekann ao juiz Luiz Carlos Resende Santos, que representou o presidente do TJMG, desembargador Cláudio Costa.

O selo foi entregue na abertura do Curso de Aperfeiçoamento para Magistrados e Servidores de Varas de Execução Penal da Região Sudeste, promovido pelo CNJ na Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef).

O programa Começar de Novo foi criado pelo CNJ em outubro de 2009. O objetivo é reduzir a reincidência criminal por meio da oferta de oportunidades de capacitação profissional e de trabalho. Desde então, conseguiu ocupar 1.881 postos de trabalho, em órgãos públicos, empresas privadas e entidades da sociedade civil.

Na entrega do Selo ao Tribunal de Justiça, Losekann enfatizou o trabalho pioneiro de Minas, que, muito antes de o CNJ lançar o Começar de Novo, já desenvolvia o Programa Novos Rumos, responsável, dentre outros, pela política de desenvolvimento das associações de Proteção e Assistência aos Condenados (Apacs). Segundo ele, a Apac inspirou o Começar de Novo.

O juiz Luiz Carlos Resende enalteceu o trabalho da equipe mineira, que conta com o apoio do Tribunal de Justiça nas pessoas da desembargadora Jane Silva e do desembargador Joaquim Alves de Andrade e agradeceu o apoio do CNJ, dos servidores e de toda a sociedade civil.

Participou também do evento o subsecretário de Administração Prisional da Secretaria de Estado de Defesa Social de Minas Gerais Murilo Andrade de Oliveira.

 

TJMG

Foto/Fonte: CNJ

 

Notícias

Caminho mais curto

  PEC sobre fim de ação em segundo grau é polêmica Por Marina Ito   Na segunda-feira (21/3), o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, vai apresentar, em um evento na FGV Direito Rio, uma Proposta de Emenda Constitucional para que os processos sejam finalizados e...

Igualdade das partes

Extraído de DPU Artigo: MP ao lado do juiz viola equidistância das partes  Por Eduardo Tergolina Teixeira, Gabriel Faria Oliveira e Vinícius Diniz Monteiro de Barros    A Constituição do Brasil, em seu artigo 5º, caput e incisos LIV e LV, estabelece a igualdade das partes no curso do...

Fiança questionada

  STJ mantém fiança de pessoa diversa do contratante A fiança feita por pessoa jurídica diferente daquela que celebrou o contrato principal, e que é juridicamente válida, deve ser mantida para não tornar o principal sem efeito. Esse foi o entendimento da 2ª Turma do Superior Tribunal de...

Diplomação deve incidir sobre suplente da coligação

Quinta-feira, 17 de março de 2011 Diplomação deve incidir sobre suplente da coligação, decide Lewandowski O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, indeferiu pedido de liminar apresentado por Wagner da Silva Guimarães, que pretendia assumir a cadeira do deputado federal Thiago...

Você teria sido aprovado no concurso para juiz de SC?

Fonte: www.espacovital.com.br Você teria sido aprovado no concurso para juiz de SC? (15.03.11)    Os leitores foram convidados a testar seus conhecimentos. Hoje, este saite repete, nesta páginas, quatro das mais complicadas (ou curiosas) perguntas, e já destaca em azul quais as...

Dano moral à doméstica deve ser analisado pela Justiça comum

15/03/2011 - 09h15 DECISÃO Dano moral à doméstica cometido por patroa médica deve ser analisado pela Justiça comum Cabe à justiça comum estadual processar e julgar ação de indenização por danos morais ajuizada por ex-empregada doméstica, por suposto erro médico praticado por sua ex-empregadora,...